A definição de preços para o e-commerce é diferente?

A definição de preços para o e-commerce é diferente?

Atualmente o e-commerce é um dos maiores e mais importantes fenômenos da internet, já que o seu crescimento não pára. Esse tipo de comércio expandiu-se rapidamente nos últimos anos por oferecer produtos e preços diferenciados e principalmente comodidade ao cliente, já que os produtos são entregues na sua casa.

Por causa desse grande sucesso, o número de pessoas que apostam nesse tipo de modalidade aumenta a cada dia e, é claro, que as dúvidas também! Podemos citar várias, mas a principal dúvida é sobre como definir o melhor “Preço” para os produtos de sua loja virtual. Pensando nisso, separamos algumas dicas abaixo.

Como determinar o preço de venda do e-commerce?

É fato que existe uma enorme diferença entre loja física e loja virtual, assim consequentemente os preços também se diferenciam. Na hora de colocar o preço de venda é necessário que alguns elementos como, por exemplo, gastos com marketing digital e o percentual do faturamento que muitas plataformas de e-commerce possam cobrar, devem ser considerados na definição final dos valores.

Além disso, o preço de venda necessita de um acompanhamento meticuloso da concorrência – que é grande – além de ser necessário avaliar e estudar a média de preço que é usada no mercado, para que assim possa chegar a um valor competitivo. Portanto, o valor não pode ficar defasado e nem elevado em relação ao valor que é praticado pelos concorrentes. Para determinar o preço de venda do e-commerce é necessário:

  • Custo Unitário: Primeiro de tudo é necessário levar em conta o custo inicial, ou seja, o valor que foi gasto na aquisição da mercadoria pelo lojista. Para fazer o calculo, é necessário pegar o custo unitário do produto e dividir pelo número de itens que vieram juntos no pacote. Por exemplo, um lote com 100 copos custa 1,3 mil reais. Dividindo custo por unidade quer dizer que pagou 13 reais em cada copo;
  • Contabilização das despesas: Neste tópico é importante que os gastos fixos e variáveis sejam definidos para ficar mais fácil chegar ao valor final de cada produto. Vale ressaltar que os custos variáveis são aqueles esporádicos, ou seja, que dependem do volume de venda como a emissão de boleto, entre outros. Já os gastos fixos são os que devem ser pagos de qualquer jeito, independente do quanto seja o seu faturamento.

A melhor forma de pagar essas despesas pelas vendas da loja é diluir os custos fixos no mix de produto, por exemplo, se seu e-commerce possui um sortimento de dez produtos em estoque, pode ser atribuído a porcentagens de contribuição a cada um deles.

Assim, 20% do pagamento das despesas podem vir do Produto A (geralmente o mais importante da loja), 15 % do produto B e por aí em diante. Dessa forma é mais fácil fazer uma estimativa da quantidade de itens de cada tipo deve ser vendido para o pagamento das despesas, e é claro, o lucro.

  • Calculando o Markup e a Margem de Lucro: Para quem não sabe, o Markup é o percentual que deve ser aplicado aos produtos, ou seja, o lucro desejado. Já a margem de lucro é a porcentagem que vai voltar para o empreendedor depois que todos os custos e despesas forem pagos.

Agora que você já sabe o que cada um significa é muito mais fácil organizar o calculo dos preços a colocar nos produtos.

  • Tabela de preço e estudo do mercado: Estudar os preços do mercado e contar com uma tabela de preços é muito útil para quem presta esse tipo de serviço. Saiba que existem tabelas de preço para quase qualquer coisa que possa ser vendida, por isso é interessante procurar exemplos antes de colocar preços em seus produtos.

E aliar a tabela de preço com uma pesquisa de mercado minuciosa dos seus principais concorrentes, irá ficar muito mais fácil definir todos os valores dos produtos de seu e-commerce.

Lembre-se que o brasileiro é bem sensível ao preço e condições de pagamento, por isso investir em uma precificação justa é muito importante para o sucesso do seu e-commerce.

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