3 dicas de categorização de produtos para e-commerces

3 dicas de categorização de produtos para e-commerces

Redes de e-commerces encontram algumas dificuldades para facilitar a busca de produtos pelos consumidores devido a um fator simples de organização: a categorização. Embora este problema seja fácil de resolver quando a loja oferece grupos menores de produtos, a partir do momento em que entram em jogo artigos ou serviços mais específicos, a tendência é de confusão por parte dos clientes no momento da busca. E isso pode minar sua experiência no comércio virtual, trazendo prejuízos. Para evitar estas falhas, que apesar de pequenas são impactantes, siga as dicas a seguir.

1) Não exagere nas categorias de classificação

Se as categorias se tornam muito específicas ou muito complicadas, elas começam a falhar no seu objetivo principal: facilitar a experiência do usuário em seu site, permitindo uma navegação simples entre as diversas páginas de produtos.

Menos é mais. Logo, o ideal é ter menos grupos para categorização, mas abrangentes o suficiente para permitirem a criação de subcategorias que supram as necessidades por mais especificação dos produtos. Suas categorias deve ser otimizadas para que sejam facilmente encontradas nos mecanismos da busca de seu próprio site e de ferramentas como Google ou Bing.

2) A Regra dos 3

O usuário nunca deve precisar de mais de três categorias ou subcategorias para encontrar o que procura. Uma grande categoria para abranger todos os produtos de uma área; uma subcategoria para dividir as especializações de categoria principal; e uma terceira subcategoria, com derivações específicas: essa é a dica.

Para áreas como tecnologia e moda, por exemplo, estas divisões em três níveis permitem versatilidade para os gestores, pois, caso precisem de novas subcategorias, podem criá-las e reorganizar os novos e os velhos produtos. Além disso, a administração nestes níveis permite acompanhar o mercado, seguindo tendências, novidades e o próprio feedback dos usuários, que podem sugerir categorias próprias.

De um ponto de vista técnico, o uso de categorias em até três níveis permite maior facilidade na criação de URLs para os buscadores, já que as subcategorias podem ser utilizadas como tags após o endereço principal. Vejamos o exemplo. Em uma loja virtual de roupas, podemos ter a categoria “vestidos”, seguido da subcategoria “vestidos de gala”. Numa URL, o endereço ficaria da seguinte forma: http://www.nomedaloja.com/vestidos/vestidos-de-gala.

Por falar neste quesito técnico…

3) Leve em Consideração os Termos da Web

Como utilizamos a classificação no e-commerce, é importante que sua estruturação esteja de acordo com as funcionalidades que a web oferece. Dessa forma, considere fatores importantes como SEO, usabilidade do site quanto a navegação, ferramentas de busca internas e externas e até mesmo o uso de recursos audiovisuais de conteúdo.

Seguindo estas dicas no dia a dia, a forma de estruturar as buscas de sua loja virtual será muito mais dinâmica e prática, favorecendo a experiência do usuário e a gestão mais adequada dos lojistas. Gostou? Comente aqui!